domingo, 18 de maio de 2014

Movimento Passe Livre estuda engrossar os protestos durante a Copa do Mundo

É longe do centro que os problemas de transporte, como o corte ou a ausência de linhas de ônibus, afetam uma parcela significativa da população carenteSão Paulo — Catalisador das grandes manifestações que pararam o país em junho de 2013, o Movimento Passe Livre (MPL) em São Paulo deixou de lado a marcha nas principais avenidas da cidade para atuar, temporariamente, na periferia da metrópole paulista. É longe do centro que os problemas de transporte, como o corte ou a ausência de linhas de ônibus, afetam uma parcela significativa da população carente. Agora, os ativistas estudam voltar às ruas em junho, em apoio a outras organizações sociais que pretendem atrair a atenção da imprensa internacional durante a Copa do Mundo. Copa do Mundo de futebol pressiona disputa eleitoral nas 12 cidades sedes Em meados de 2013, as milhares de pessoas que saíram às ruas em todo o país contra o preço do transporte público se transformaram em milhões com a adesão de novos manifestantes e a ampliação da pauta de reivindicações. Os atos, inicialmente organizados pelo Movimento Passe Livre, culminaram nas maiores manifestações populares desde o clamor pelo impeachment do então presidente Fernando Collor, em 1992. Com a revogação do aumento das tarifas de ônibus e do metrô em São Paulo e em diversas cidades brasileiras, o MPL deu uma recuada estratégica. A vitória contra o aumento de R$ 0,20 centavos na capital paulista fez o movimento deixar as ruas do centro, mas a luta por um sistema de transporte público mais adequado à necessidade da população continua nas localidades com menos infraestrutura. “A gente mantém o trabalho nas periferias da cidade, fazendo discussões em escolas, em bairros carentes, tentando construir, a partir da organização da população, outro pensamento”, conta Lucas Monteiro de Oliveira, professor de história e um dos representantes do MPL. “Discutimos transporte público nas periferias para entender como a população se relaciona com o transporte. Temos toda uma luta contra cortes de linha em São Paulo que têm atrapalhado muitas famílias. Esse trabalho é menos visível que manifestações, mas é muito importante”, afirma Mayara Vivian, estudante de geografia da Universidade de São Paulo (USP), outra militante do MPL. 'Leia o o que eu penso Ontem · Editado Não sou contra a copa do mundo, como tem gente nas redes sociais dizendo que as pessoas deveria ter protestado quando o Brasil se candidatou a ser sede, e não agora.Na época o planejamento era gastar 200 milhões em um estadio e não 800 milhões como ta gastando, ha aqueles que dizem vamos curtir a copa, como, se povo não terá como assistir os jogos com ingressos de no minimo R$150. Aqui em Brasilia fui em uma UPA 24 HS, tinha 80 pessoas aguardando 1 medico para ser atendido, e na promessa na placa em frente, seria 340 funcionários, entre médicos e enfermeiros, técnicos e atendentes, onde estão estes profissionais, isso também acontece no HRC e HRT hospitais regionais do DF que as atendentes estão dizendo sempre a mesma coisa, é feito a classificação de risco verde, amarelo,e vermelho, só quem chega morrendo com fraturas praticamente é que estão sedo como vermelho ai é atendidas os demais tem que agudar 6 hs no minimo ou voltar para casa. Governador Agnelo PT, Dona Dilma PT, isso esta acontecendo na capital do Brasil sede da copa, e não querem protesto, será que vai ter médicos para os gringos e para a organização da copa, quem não da conta de governar pede para sair, e quem acha que ta bom e porque ta mamando ou não precisou ainda da saúde no Brasil. Jornalista Vicente Barreto

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