domingo, 9 de novembro de 2014
1,5 mil eliminados no Enem
Em todo o país, 236 foram banidos por uso de celular, segundo dados premilinares do Inep
Kelsiane Nunes
Publicação: 09/11/2014 20:21 Atualização: 09/11/2014 20:33
Em coletiva de imprensa na noite deste domingo (9), o Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou dados premilinares que apontam 1.519 eliminados no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em todo o país, número que ainda pode aumentar porque ainda não foram lidas as atas de sala. Apenas por uso indevido de celulares, 236 participantes foram banidos. O número é maior do que o do ano passado, que foi de 47. O ministro Henrique Paim afirma que isso é fruto de aperfeiçoamento dos procedimento de segurança e promete: “vamos continuar ampliando o rigor”. Nesta edição, foram utilizados 17 mil detectores de metais em todos os locais de aplicação de provas, a fim de evitar fraudes com a utilização de equipamento eletrônicos.
O número de número de abstenções deste ano foi de 28,64%, pouco inferior ao do ano passado, 29%. “Precisamos nos debruçar em medidas mais duras para diminuir este número, principalmente daqueles que são reincidentes”, declara o ministro. Este ano, cada candidado custou R$ 52 aos cofres públicos. Ao todo, se inscreveram para o exame 8,7 milhões de pessoas. Só no DF, houve 160,9 mil inscrições.
Ocorrências
O ministro novamente se solidarizou com os familiares de Edvania Florindo, que morreu ontem durante a prova, em Olinda (PE) e falou de Júlia, criança que nasceu hoje na cidade de Caucáia (CE). A mãe, Valdenia Alves, entrou em trabalho de parto enquanto fazia o exame neste domingo.
Foram registradas prisões em Belo Horizonte (MG) e em Juazeiro do Norte (CE). Ambos os casos envolveram candidatos com celulares. O ministro afirma que só vai se pronunciar quando dialogar com a Polícia Federal. Ao ser questionado sobre candidatos que fizeram as provas em locais distantes das residências, Paim afirma que é preciso analisar cada caso individualmente.
domingo, 18 de maio de 2014
Movimento Passe Livre estuda engrossar os protestos durante a Copa do Mundo
É longe do centro que os problemas de transporte, como o corte ou a ausência de linhas de ônibus, afetam uma parcela significativa da população carente
São Paulo — Catalisador das grandes manifestações que pararam o país em junho de 2013, o Movimento Passe Livre (MPL) em São Paulo deixou de lado a marcha nas principais avenidas da cidade para atuar, temporariamente, na periferia da metrópole paulista. É longe do centro que os problemas de transporte, como o corte ou a ausência de linhas de ônibus, afetam uma parcela significativa da população carente. Agora, os ativistas estudam voltar às ruas em junho, em apoio a outras organizações sociais que pretendem atrair a atenção da imprensa internacional durante a Copa do Mundo.
Copa do Mundo de futebol pressiona disputa eleitoral nas 12 cidades sedes
Em meados de 2013, as milhares de pessoas que saíram às ruas em todo o país contra o preço do transporte público se transformaram em milhões com a adesão de novos manifestantes e a ampliação da pauta de reivindicações. Os atos, inicialmente organizados pelo Movimento Passe Livre, culminaram nas maiores manifestações populares desde o clamor pelo impeachment do então presidente Fernando Collor, em 1992. Com a revogação do aumento das tarifas de ônibus e do metrô em São Paulo e em diversas cidades brasileiras, o MPL deu uma recuada estratégica. A vitória contra o aumento de R$ 0,20 centavos na capital paulista fez o movimento deixar as ruas do centro, mas a luta por um sistema de transporte público mais adequado à necessidade da população continua nas localidades com menos infraestrutura.
“A gente mantém o trabalho nas periferias da cidade, fazendo discussões em escolas, em bairros carentes, tentando construir, a partir da organização da população, outro pensamento”, conta Lucas Monteiro de Oliveira, professor de história e um dos representantes do MPL. “Discutimos transporte público nas periferias para entender como a população se relaciona com o transporte. Temos toda uma luta contra cortes de linha em São Paulo que têm atrapalhado muitas famílias. Esse trabalho é menos visível que manifestações, mas é muito importante”, afirma Mayara Vivian, estudante de geografia da Universidade de São Paulo (USP), outra militante do MPL.
'Leia o o que eu penso
Ontem · Editado
Não sou contra a copa do mundo, como tem gente nas redes sociais dizendo que as pessoas deveria ter protestado quando o Brasil se candidatou a ser sede, e não agora.Na época o planejamento era gastar 200 milhões em um estadio e não 800 milhões como ta gastando, ha aqueles que dizem vamos curtir a copa, como, se povo não terá como assistir os jogos com ingressos de no minimo R$150. Aqui em Brasilia fui em uma UPA 24 HS, tinha 80 pessoas aguardando 1 medico para ser atendido, e na promessa na placa em frente, seria 340 funcionários, entre médicos e enfermeiros, técnicos e atendentes, onde estão estes profissionais, isso também acontece no HRC e HRT hospitais regionais do DF que as atendentes estão dizendo sempre a mesma coisa, é feito a classificação de risco verde, amarelo,e vermelho, só quem chega morrendo com fraturas praticamente é que estão sedo como vermelho ai é atendidas os demais tem que agudar 6 hs no minimo ou voltar para casa.
Governador Agnelo PT, Dona Dilma PT, isso esta acontecendo na capital do Brasil sede da copa, e não querem protesto, será que vai ter médicos para os gringos e para a organização da copa, quem não da conta de governar pede para sair, e quem acha que ta bom e porque ta mamando ou não precisou ainda da saúde no Brasil.
Jornalista Vicente Barreto
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
A Revista Rodovias & Vias de circulação nacional destaca o trabalho parlamentar do deputado Wellington Fagundes
A Revista Rodovias & Vias de circulação nacional destaca o trabalho parlamentar do deputado Wellington Fagundes pelas rodovias de MT O verdadeiro homem das estradas , na pagina 30 e na pagina 70 o nosso deputado é destaque pela sua luta por Mato Grosso a revista destaca Wellington Fagundes
Profundo conhecedor da malha rodoviária do Mato Grosso e dos problemas de transporte que o país enfrenta, o deputado federal Wellington Fagundes conversou com Rodovias&Vias. Na visão do deputado, a BR-163/364 é o tronco viário do Centro-Oeste do Brasil. “O Mato Grosso é campeão em produção do agronegócio. O transporte é feito basicamente pela BR-163/364, que é o grande tronco rodoviário do estado. Ela liga o estado ao Mato Grosso do Sul; em Rondonópolis tem o entroncamento com a rodovia que vai para Goiás, além de ser a ligação direta entre Cuiabá e Santarém.” 

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
Fagundes comemora o empenho de 78% das emendas individuais
O republicano destinou recursos para os setores de infraestrutura, saúde, educação, turismo, cultura, saneamento básico e assistência social
O deputado federal Wellington Fagundes (PR/MT), apresentou na tarde desta terça-feira (31) o relatório final com as emendas individuais que foram empenhadas ao Orçamento Geral da União de 2013. Ao todo, R$ 11,8 milhões serão destinados para investimentos em Mato Grosso.
Fagundes destinou recursos para os setores de infraestrutura, saúde, educação, turismo, cultura, saneamento básico e assistência social. "O Estado tem muitas demandas. Tentei dividir o montante de maneira a beneficiar o maior número de áreas possíveis", explica.
Para o turismo o republicano conseguiu o empenho de R$ 5,2 milhões. O montante será investido em apoio a projetos de fomento ao turismo.
O setor de infraestrutura foi contemplado com R$ 3 milhões, cultura R$ 1,3 milhão, assistência social R$ R$ 1 milhão e o setor de saúde deve receber cerca de R$ 680,00 mil.
Fagundes também garantiu o empenho de R$ 500 mil para o campus da Universidade Federal de Mato Grosso, em Rondonópolis. "O recurso será aplicado nas obras de infraestrutura. A UFMT do município precisa desse recurso para a implantação do curso de medicina", explicou o republicano.
Emendas parlamentares
As emendas feitas ao Orçamento Geral da União e enviadas pelo Executivo ao Congresso anualmente, é o instrumento que o Congresso Nacional possui para participar da elaboração do orçamento anual. Por meio das emendas, os parlamentares procuram aperfeiçoar a proposta encaminhada pelo Poder Executivo, visando uma melhor alocação dos recursos públicos.
Cada parlamentar pode apresentar até 25 emendas individuais, no valor total definido pelo parecer preliminar do relator. Para o orçamento de 2013, discutido e aprovado em 2012, cada parlamentar do Estado teve direito a apresentar até 25 emendas que totalizassem R$ 15 milhões. Desse montante Fagundes conseguiu o empenho de 78,7%.
Da assessoria
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