Na mesma sessão também foi condenado o ex-deputado e conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT), Humberto Bosaipo. Eles foram condenados em dois processos nos quais são acusados de improbidade administrativa e terão que devolver ao erário R$ 4,7 milhões desviados dos cofres públicos, entre 2001 e 2002 - época em que o deputado também ocupava a presidência da Assembleia.
A decisão do TJ de Mato Grosso ocorreu cinco dias após a Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) encaminhar ofício ao tribunal cobrando explicações sobre os processos contra Riva. No ofício, a corregedoria pedia informações sobre todas "as ações que tramitam em primeira e segunda instância contra o deputado".
O primeiro processo julgado nesta terça se referia à emissão, por parte da Assembleia, de 48 cheques em favor da empresa Sereia Publicidade e Eventos Ltda, classificada na acusação como fantasma. Os cheques totalizavam R$ 2,6 milhões e foram descontados no Banco do Brasil e na Confiança Factoring - de propriedade de João Arcanjo Ribeiro, preso em 2001 durante a Operação Arca de Noé. Foi por meio dessa operação que a Polícia Federal chegou até os cheques emitidos pela Assembleia.
O revisor do processo, Sebastião Barbosa Farias destacou que "a empresa Sereia jamais prestou qualquer tipo de serviço para a Assembleia". Para ele, não restam dúvidas que tanto Riva, quanto Bosaipo praticaram atos de improbidade administrativa. "Apesar da Sereia Publicidade ter sido criada no dia 1º de agosto de 2001, no primeiro mês de vida, em apenas um dia, foram emitidos cinco cheques, que juntos totalizavam R$ 375 mil. Ou seja, a empresa começou com garra total", disse o revisor, que negou provimento aos recursos da defesa.
A 3ª Câmara Cível julgou também o processo em que Riva e Bosaipo foram acusados de emitir 44 cheques, no valor total de R$ 2,1 milhões, em favor da firma individual DP Quintana Publicidade, aberta com o CNPJ de uma empresa de peças íntimas femininas. A empresa, segundo a acusação, venceu o processo licitatório aberto pela Assembleia para contratação de serviços de publicidade que nunca foram prestados. Na época o caso ficou conhecido como o "escândalo das calcinhas".
O deputado disse que vai recorrer. "O julgamento foi realizado sem ter sido oportunizada a produção de provas por parte da defesa. Em nenhum momento a minha defesa pode produzir as provas necessárias, onde mostram que nunca houve desvio de dinheiro público na Assembleia", afirmou Riva. "Não pode haver condenação por presunção. Nas ações de improbidade, os dois lados devem ser ouvidos." A reportagem não conseguiu contato nesta terça com o ex-deputado e conselheiro do TCE, Humberto Bosaipo.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
O povo de Mato Grosso precisa refletir nesta hora epensar na hora de votar em 2014 pois MT precisar ser bem visto pelo resto do BRsil e não so noticias como esta.
quarta-feira, 8 de maio de 2013
Justiça tira deputado Jose Riva (PSD)da presidência da Assembleia de MT, É noticia em SP e vergonha para Brasil
A 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Mato Grosso afastou nesta terça-feira o deputado estadual José Riva (PSD) da presidência da Assembleia Legislativa do Estado. Os desembargadores, em decisão unânime, decretaram a perda da função pública do parlamentar, que atualmente responde a 186 processos, a maioria por improbidade administrativa e desvio de recursos públicos. A decisão não tem influência no mandato de Riva, que disse que vai recorrer.
Na mesma sessão também foi condenado o ex-deputado e conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT), Humberto Bosaipo. Eles foram condenados em dois processos nos quais são acusados de improbidade administrativa e terão que devolver ao erário R$ 4,7 milhões desviados dos cofres públicos, entre 2001 e 2002 - época em que o deputado também ocupava a presidência da Assembleia.
A decisão do TJ de Mato Grosso ocorreu cinco dias após a Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) encaminhar ofício ao tribunal cobrando explicações sobre os processos contra Riva. No ofício, a corregedoria pedia informações sobre todas "as ações que tramitam em primeira e segunda instância contra o deputado".
O primeiro processo julgado nesta terça se referia à emissão, por parte da Assembleia, de 48 cheques em favor da empresa Sereia Publicidade e Eventos Ltda, classificada na acusação como fantasma. Os cheques totalizavam R$ 2,6 milhões e foram descontados no Banco do Brasil e na Confiança Factoring - de propriedade de João Arcanjo Ribeiro, preso em 2001 durante a Operação Arca de Noé. Foi por meio dessa operação que a Polícia Federal chegou até os cheques emitidos pela Assembleia.
O revisor do processo, Sebastião Barbosa Farias destacou que "a empresa Sereia jamais prestou qualquer tipo de serviço para a Assembleia". Para ele, não restam dúvidas que tanto Riva, quanto Bosaipo praticaram atos de improbidade administrativa. "Apesar da Sereia Publicidade ter sido criada no dia 1º de agosto de 2001, no primeiro mês de vida, em apenas um dia, foram emitidos cinco cheques, que juntos totalizavam R$ 375 mil. Ou seja, a empresa começou com garra total", disse o revisor, que negou provimento aos recursos da defesa.
A 3ª Câmara Cível julgou também o processo em que Riva e Bosaipo foram acusados de emitir 44 cheques, no valor total de R$ 2,1 milhões, em favor da firma individual DP Quintana Publicidade, aberta com o CNPJ de uma empresa de peças íntimas femininas. A empresa, segundo a acusação, venceu o processo licitatório aberto pela Assembleia para contratação de serviços de publicidade que nunca foram prestados. Na época o caso ficou conhecido como o "escândalo das calcinhas".
O deputado disse que vai recorrer. "O julgamento foi realizado sem ter sido oportunizada a produção de provas por parte da defesa. Em nenhum momento a minha defesa pode produzir as provas necessárias, onde mostram que nunca houve desvio de dinheiro público na Assembleia", afirmou Riva. "Não pode haver condenação por presunção. Nas ações de improbidade, os dois lados devem ser ouvidos." A reportagem não conseguiu contato nesta terça com o ex-deputado e conselheiro do TCE, Humberto Bosaipo.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
O povo de Mato Grosso precisa refletir nesta hora epensar na hora de votar em 2014 pois MT precisar ser bem visto pelo resto do BRsil e não so noticias como esta.
Na mesma sessão também foi condenado o ex-deputado e conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT), Humberto Bosaipo. Eles foram condenados em dois processos nos quais são acusados de improbidade administrativa e terão que devolver ao erário R$ 4,7 milhões desviados dos cofres públicos, entre 2001 e 2002 - época em que o deputado também ocupava a presidência da Assembleia.
A decisão do TJ de Mato Grosso ocorreu cinco dias após a Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) encaminhar ofício ao tribunal cobrando explicações sobre os processos contra Riva. No ofício, a corregedoria pedia informações sobre todas "as ações que tramitam em primeira e segunda instância contra o deputado".
O primeiro processo julgado nesta terça se referia à emissão, por parte da Assembleia, de 48 cheques em favor da empresa Sereia Publicidade e Eventos Ltda, classificada na acusação como fantasma. Os cheques totalizavam R$ 2,6 milhões e foram descontados no Banco do Brasil e na Confiança Factoring - de propriedade de João Arcanjo Ribeiro, preso em 2001 durante a Operação Arca de Noé. Foi por meio dessa operação que a Polícia Federal chegou até os cheques emitidos pela Assembleia.
O revisor do processo, Sebastião Barbosa Farias destacou que "a empresa Sereia jamais prestou qualquer tipo de serviço para a Assembleia". Para ele, não restam dúvidas que tanto Riva, quanto Bosaipo praticaram atos de improbidade administrativa. "Apesar da Sereia Publicidade ter sido criada no dia 1º de agosto de 2001, no primeiro mês de vida, em apenas um dia, foram emitidos cinco cheques, que juntos totalizavam R$ 375 mil. Ou seja, a empresa começou com garra total", disse o revisor, que negou provimento aos recursos da defesa.
A 3ª Câmara Cível julgou também o processo em que Riva e Bosaipo foram acusados de emitir 44 cheques, no valor total de R$ 2,1 milhões, em favor da firma individual DP Quintana Publicidade, aberta com o CNPJ de uma empresa de peças íntimas femininas. A empresa, segundo a acusação, venceu o processo licitatório aberto pela Assembleia para contratação de serviços de publicidade que nunca foram prestados. Na época o caso ficou conhecido como o "escândalo das calcinhas".
O deputado disse que vai recorrer. "O julgamento foi realizado sem ter sido oportunizada a produção de provas por parte da defesa. Em nenhum momento a minha defesa pode produzir as provas necessárias, onde mostram que nunca houve desvio de dinheiro público na Assembleia", afirmou Riva. "Não pode haver condenação por presunção. Nas ações de improbidade, os dois lados devem ser ouvidos." A reportagem não conseguiu contato nesta terça com o ex-deputado e conselheiro do TCE, Humberto Bosaipo.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
O povo de Mato Grosso precisa refletir nesta hora epensar na hora de votar em 2014 pois MT precisar ser bem visto pelo resto do BRsil e não so noticias como esta.
terça-feira, 7 de maio de 2013
Se não tivese divulgado a foto como o adolescente de 16 anos apreendido nesta terça-feira seria encontrado
O adolescente de 16 anos apreendido nesta terça-feira (7) suspeito pelo estupro a uma jovem em um ônibus na avenida Brasil, no Rio de Janeiro, disse à polícia que se arrepende da atitude e que estava sob efeito de cocaína. O menor contou ainda que a arma usada na ação foi comprada por R$ 450 no extinto lixão do Jardim Gramacho, na Baixada Fluminense. A captura teria ocorrido após denúncia de um policial, que conhecia o jovem. O suposto estuprador morava com em Irajá, mas, após a divulgação do vídeo com o flagrante do crime, teria buscado refúgio na casa de parentes em Duque de Caxias.A mãe e o padrasto participaram da rendição, que ocorreu na rodovia Washington Luiz, na baixada. O rapaz prestou depoimento na Delegacia de Realengo (33ª DP) e depois foi para a Delegacia de São Cristóvão (17ª DP), responsável pelas investigações, onde foi reconhecido pela vítima do estupro e por outros passageiros assaltados no ônibus. Em seguida, o adolescente foi para a Vara de Infância e Juventude, que, provavelmente, deve optar pela internação dele em uma casa de recuperação para menores. Motivo do assalto: conseguir dinheiro para comemorar o aniversário O suspeito disse que teve a intenção de assaltar, no último dia 3, para conseguir dinheiro para a comemoração do aniversário dele de 17 anos. Durante o roubo, teria se interessado por uma passageira e decidiu cometer o estupro. A vítima recebeu recebeu um coquetel anti-HIV e passou por um exame de corpo de delito. Ela mora em Mato Grosso do Sul e estava no Rio de Janeiro na casa de uma amiga. A rendição do menor foi realizada poucas horas após a polícia divulgar a gravação da câmera de segurança do coletivo da linha 369. Nas imagens, o suspeito, que não teve o nome revelado pelos investigadores, aparece entrando no ônibus na altura de Deodoro, na zona oeste, às 15h31. Após girar a roleta usando um cartão do Rio Card, ele sacou a arma e ordenou que os 11 passageiros fossem para os fundos do coletivo. Em seguida, o suspeito voltou, pulou a catraca e orientou o motorista a não parar em nenhum ponto até a zona portuária do Rio de Janeiro, 40 km distante dali. Nesta hora, o rosto do adolescente ficou muito próximo da lente da câmera. O criminoso passou então a recolher objetos de valor dos passageiros. Os momentos seguintes do vídeo foram cortados na edição de vídeo divulgada pela polícia, mas, segundo os investigadores, as cenas não deixam dúvidas sobre a ocorrência de um estupro. A vítima foi separada dos outros e levada a um banco isolado, onde foi violentada e recebeu coronhadas na cabeça. O estuprador desembarcou perto na zona portuária, após 40 minutos de terror. O motorista, em seguida, conduziu o veículo para a Delegacia de São Cristóvão (17ª DP), onde todas as vítimas prestaram depoimento. Agora vamos parar e pensar se não divulga a foto não teria encontrado o menor, mais o ECA proibe mostrar o rosto do menor, será que não ta na hora de rever esta estatuto e como um menor que tem tamanha inteligencia pra fzer um uma barbaridade desta não pode responder pelos seus atos com a palavra nosso congresso nacional.
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